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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

O PAPEL SUBIU AS PAREDES

O papel de parede como recurso de decoração não é novidade alguma porém... tem seus segredinhos que eu contarei já, já!

Ele surgiu na China 200 anos AC... sim é muito antigo e lá ficou restrito até meados XVI e XVII, quando começou a ser usado na Europa em substituição às tapeçarias e eram sempre em motivos chineses, daí ser também conhecido como  chinoisserie.

Em se tratando do Brasil, o papel de parede ganhou espaço e se tornou popular a partir de 1960 – até aqui tudo Wikipédia, claro – mas, em minha opinião foi só na década de 90, com a abertura das importações que conhecemos padrões e qualidades diferenciados, o que levou a indústria nacional a se modernizar e assim todos saímos ganhando.


Usei este papel na CasaCor 2007 no Lounge do Banheiro Feminino e escolhi esta estampa cashmere, também conhecida como paisley, pois havia decidido dar um toque oriental ao ambiente...

Queridinho da decoração, o papel subiu literalmente as paredes em importância!

Como disse no início, vamos aos segredinhos?

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Antiguidade, Vintage ou Retrô

A idéia aqui é ajudar a estabelecer diferenças entre os conceitos antiguidade, vintage e retrô no âmbito da decoração e do design, e claro, de maneira muito sucinta.

 A Antiguidade se aplica a uma peça confeccionada há mais de 100 anos no mínimo, assim, ao pensarmos na densidade demográfica mundial desde que o homem deixou de ser nômade e foi criado o mobiliário até o começo do século XX, me parece lógico que peças ditas antigas devam ser analisadas com cuidado e terem o aval de quem realmente entende do assunto para dar o atestado como tal.

Dados os fatos acima e uma maior facilidade de comercialização, hoje a época mais representativa nos antiquários é a Biedermeier, século XIX, por suas linhas singulares e despojadas de excessos. São mais comercializadas, porém caras, bastante caras...

                                            Trumeau Escrivaninha Biedermeier - Dinamarca 1870


O Vintage se aplica a peças representativas das décadas de 20, 30, 40, 50 e 60.
Quando digo representativa, é porque a peça foi importante na época por causa de sua qualidade, design e estilo.
Enfim, para ser vintage tem que ter sido emblemática, icônica mesmo, não é pouco hein?


                            Um clássico do século XX - do alemão naturalizado americano - Mies van der Rohe


O Retrô é a releitura de uma antiguidade ou de um vintage, fabricado no tempo atual.
É uma peça nova e de qualidade com inspiração antiga ou vintage, mas completamente repaginada.

                                                           Fonte: arquitetandonanet.blogspot.com


A peça pode ser uma antiguidade ou vintage, pode ser herança de família ou comprada em antiquários, brechós, feiras de antigüidades...com certeza elas dão personalização ao ambiente. 
Até mesmo um retrô novinho em folha, porque não?

O que importa é carimbar seu DNA com muita atitude.

Até a próxima!


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